quarta-feira, 27 de julho de 2011

'Não preciso tocar músicas de Ozzy'


Guitarrista Zakk Wylde vem ao Brasil para mostrar seu trabalho à frente do Black Label Society
 
 
     Há três anos, Zakk Wylde veio ao Brasil com dupla missão: fazer shows no país para mostrar ao público seu trabalho à frente do Black Label Society e, no fim de cada noite, se juntar a Ozzy Osbourne. O guitarrista não integra mais a banda do cantor, mas volta em agosto, com o BLS, para tocar as canções mais recentes que fez com o grupo.

"Tenho oito discos com minha própria banda. Não preciso mais tocar músicas de Ozzy", disse o músico, por telefone, ao Destak, descartando a intenção de incluir nos shows algum tema que gravou com o ex-patrão.

Wylde foi demitido em 2009 por Sharon Osbourne, mulher e empresária de Ozzy. "Ele já tem sua própria banda", disse ela, na época, para alegar que Zakk não precisava do emprego e tentar não criar polêmica com os fãs dele e/ou do cantor.

A partir daí, o guitarrista passou a se dedicar totalmente ao Black Label. "Alguns amigos passaram a me chamar e ainda me chamam para tocar, mas fica algo informal. Não vou largar a banda. Jimmy Page não tocava em outra banda quando estava no Led Zeppelin", falou Zakk, rindo, depois, com a comparação.

Novos discos

O Black Label Society volta ao Brasil com dois novos discos: Order of the Black, lançado em 2010, e o acústico The Song Remains Not the Same, deste ano.

Em 2008, em São Paulo, Wylde fez parte do show com a mão direita sangrando. "Cortei em algo e não iria parar por causa disso."

Zakk Wylde, 44, tem 2 novos CDs com a banda Black Label Society

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